quinta-feira, outubro 18, 2007

Ao Volante do poder - Livro


Este livro “Ao Volante do Poder”, escrito pelo meu amigo e jornalista Nuno Ferreira, relata a história de Pedro Faria, o homem que conduziu em Nova Iorque políticos, grandes empresários, artistas, escritores e ícones do desporto português.


Das origens humildes do bairro lisboeta da Encarnação, Pedro Faria mergulhou no frenesim da cidade que nunca dorme ao volante das limusinas da sua empresa, a Interstate Limousine Service. Durante mais de 20 anos, viveu e assistiu a cenas de humanidade, de abuso, de ridículo e dos bastidores de importantes momentos da nossa História mais recente. Como diz Rui Cardoso Martins, autor do prefácio, «duas décadas deram-lhe para fazer o estudo moral, quase científico, do VIP lusitano no estrangeiro».


Excertos da crítica de Agostinho Leite no "Jornal de Negócios" de 4 de Outubro de 2007:

"David Lodge faria deste material um best-seller mundial, Rui Cardoso Martins confessa no prefácio que, enquanto criador do Contra-Informação sente alguma "inveja", não se estranhará que Jerónimo de Sousa e Francisco Louçã-apenas porque não estão, ou ainda não fazem parte deste vértice do poder com direito a bilhete em executiva e limusina na Big Apple- façam deste livro a peça forte de um inquérito parlamentar, com muitas audições mediáticas, aos dinheiros públicos gastos "ao serviço do Estado" em algumas capitais mundiais, a começar por Nova Iorque"
"Se o Weekend (suplemento do Jornal de Negócios) procurasse um livro adequado a esta edição tão centrada na América, talvez não o encontrasse. Este "ao volante do poder", a ser lançado na próxima semana, estacionou aqui por moto próprio e é perfeito".

2 comentários:

Anónimo disse...

Para quê tanto alarido? Alguma coisa que não se saibam que se faz dentro e fora de portas?
Com o dinheiro que eles gastavam ao povo português, sustentavam a empresa de limousines e levavam o pão até casa do "escritor".
Pura vingança, deveria ser o nome do livro...

Lis disse...

A capa destes livro pode induzir as pessoas num erro; terá sido propositado?
É que, assim, com uma "stretch limousine" na capa, ha'quem possa pensar que eram estas limusines usadas para transportar as pessoas que são mencionadas neste livro. Isto não corresponde à verdade, diga-se.
A maioria das pessoas era conduzida em carros tão vulgares como os vulgares Mercedes nos nossos executivos em Portugal. A maior parte das vezes eram carros americanos, Lincoln. Não gostavam de andar em carros tão grandes como a que está na capa.